Álcool e outras drogas
Para quem tenta controlar ou interromper o uso e encontra dificuldade, inclusive depois de recaídas. O acompanhamento olha para o uso e também para o que ele provoca na saúde, no trabalho, nas finanças e nas relações.
Sou Gabriel Vidal, psicólogo com pós-graduação em Dependência Química. Meu trabalho é dedicado a quem enfrenta problemas com álcool, outras drogas e apostas, e às famílias que convivem com isso.
A primeira mensagem pode ser curta.
Eu digo que vou parar na segunda e, na segunda, começo de novo.
A vontade aparece sem aviso e eu cedo, mesmo sabendo o que vem depois.
Depois de perder uma aposta, só consigo pensar em apostar de novo para recuperar.
Escondo de quem está perto o quanto eu uso ou o quanto eu aposto.
Tenho vergonha. Acho que o meu caso ainda não é grave o bastante para pedir ajuda.
Não sei mais se estou ajudando ou piorando a situação.
Já emprestei dinheiro, cobri dívidas e menti para proteger essa pessoa.
Vivo em alerta. Cada ligação ou mensagem me faz esperar o pior.
Sinto raiva e culpa ao mesmo tempo, e não tenho com quem falar disso.
Passei a organizar a minha vida em torno dos problemas dessa pessoa.
Se alguma frase soou familiar, já vale uma conversa.
Conversar pelo WhatsApp
Sou Gabriel Vidal, psicólogo. Minha atuação é dedicada à dependência química e comportamental.
Escolhi trabalhar com dependência porque compreendê-la exige olhar para além do consumo de uma substância ou do ato de apostar. É preciso entender a história de cada pessoa, suas relações e as dificuldades que fazem parte desse processo.
Minha trajetória inclui comunidade terapêutica e serviço público, acompanhando pessoas com problemas relacionados ao álcool e outras drogas, e também suas famílias.
Nesse percurso, a prática incluiu acolhimento, triagem, acompanhamento psicológico, orientação a familiares, prevenção, encaminhamentos e articulação com a rede de saúde e de assistência social.
Convivi com realidades muito diferentes: pessoas tentando recuperar o controle sobre o consumo, famílias que já não sabiam como ajudar, recaídas e histórias marcadas por sofrimento e conflito.
Hoje, meu trabalho também inclui a dependência comportamental, principalmente os problemas com apostas esportivas, bets e jogos de azar.
Entendo a dependência como uma condição complexa, influenciada por fatores biológicos, psicológicos e sociais. Por isso, não acredito em soluções prontas nem em um único caminho que sirva para todo mundo.
Meu trabalho considera o modelo de doença da dependência e também usa estratégias de redução de danos, quando fazem sentido. Procuro entender o contexto de cada pessoa e construir mudanças possíveis, respeitando o momento e as condições de cada um.
Utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Na prática, olhamos para o que antecede o uso ou a aposta, para o que a pessoa pensa e sente nesses momentos, e construímos outras formas de lidar com eles.
Não trabalho com julgamento, culpa ou promessa de recuperação rápida. O acompanhamento precisa ser um espaço para falar com honestidade sobre o que está acontecendo, inclusive sobre dificuldades e recaídas. O objetivo é ajudar cada pessoa a compreender sua relação com a dependência.
A família também faz parte desse cuidado. Veja como funciona a orientação a familiares.
Compartilho conteúdos educativos no Instagram, em @psi_gabrielvidal.
Não atuo como psicólogo generalista. Minha área é a dependência química e comportamental, e o que ela provoca na vida da pessoa e de quem convive com ela.
Para quem tenta controlar ou interromper o uso e encontra dificuldade, inclusive depois de recaídas. O acompanhamento olha para o uso e também para o que ele provoca na saúde, no trabalho, nas finanças e nas relações.
Para quem perdeu o controle sobre apostas esportivas, bets, cassinos online e outros jogos. Trabalhamos o impulso de apostar, a ideia de recuperar o que foi perdido e o impacto disso nas finanças, nas relações e na saúde mental.
Para quem convive com alguém que enfrenta a dependência. Acolhimento e orientação psicológica para o desgaste, os conflitos e a dúvida sobre como ajudar sem adoecer junto.
O trabalho parte da sua história e da sua realidade. Não existe roteiro igual para todos, mas alguns temas ficam no centro do acompanhamento.
Identificar o que antecede o uso ou a aposta: situações, lugares, pessoas, emoções e momentos do dia. Reconhecer esses sinais ajuda a se antecipar a eles.
Compreender o que o uso ou a aposta representa na sua vida e como esse padrão se formou. Sem julgamento, porque o objetivo é entender antes de pensar em mudar.
Preparar-se para os momentos de risco e, se a recaída acontecer, falar sobre ela com honestidade e sem culpa, para entender o que houve e como seguir.
Construir, junto com você, formas de lidar com a fissura, com emoções difíceis e com situações de risco. Quando fazem sentido, entram estratégias de redução de danos.
O atendimento individual é para quem enfrenta a dependência. A orientação a familiares é para quem convive com ela.
Para quem enfrenta problemas com álcool, outras drogas ou apostas e quer um espaço próprio para entender o que está acontecendo.
Para quem convive com alguém que enfrenta a dependência e precisa de acolhimento e de orientação.
Pelo WhatsApp, com as palavras que tiver. Não precisa explicar tudo agora.
Eu escuto o que está acontecendo e o que você espera. A partir daí, vemos juntos se o meu trabalho pode ajudar ou se outro caminho faz mais sentido.
Os objetivos são definidos com você, a partir da sua realidade e do que é possível agora.
Sessões individuais ou, no caso de familiares, orientação. Quando for preciso, o cuidado psicológico anda junto com o médico e com os serviços da rede de saúde.
Atendo presencialmente em Ouro Branco, MG, e também online.
Esses combinados são feitos diretamente comigo, pelo WhatsApp.
A dependência não afeta somente quem enfrenta o problema. Muitas vezes, quem convive com ela passa a viver em preocupação constante, com desgaste emocional, conflitos e dúvidas sobre como ajudar.
Você não precisa esperar que a pessoa aceite tratamento para cuidar de si e entender melhor o que está acontecendo. A orientação psicológica pode começar agora, mesmo que ela ainda não queira ajuda.
É um atendimento diferente do acompanhamento individual da pessoa com dependência e não o substitui.
Não. Você não precisa ter perdido o emprego, o dinheiro ou a família para merecer cuidado. Se o uso ou a aposta já causa prejuízo, preocupação ou sofrimento, ou se você tenta controlar e não consegue, já vale conversar. Quanto antes isso acontece, mais caminhos ainda estão abertos.
Não. O acompanhamento começa de onde você está hoje, mesmo que ainda esteja usando, apostando ou tenha tido uma recaída recente. Você não precisa chegar com tudo resolvido nem ter certeza do que quer. Pode falar com honestidade, sem medo de ser julgado.
Depende de cada pessoa. Meu trabalho considera a dependência uma condição de saúde e também usa estratégias de redução de danos, que diminuem riscos e prejuízos mesmo quando parar por completo ainda não é possível. A meta é definida junto com você, a partir da sua realidade, e pode ser revista ao longo do acompanhamento.
Utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Na prática, olhamos para o que antecede o uso ou a aposta, para o que você pensa e sente nesses momentos, e construímos outras formas de lidar com eles.
Podem ser. O transtorno do jogo (jogo patológico) é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde. Alguns sinais de alerta: apostar mais do que planejou, esconder as apostas, tentar recuperar as perdas apostando de novo e ter prejuízos financeiros ou nas relações. Uma conversa ajuda a entender o que acontece no seu caso.
Pode. A orientação a familiares não depende de a pessoa aceitar tratamento. Nela, você entende melhor a dependência, cuida do próprio desgaste e pensa em como conversar e em que limites colocar. Isso não obriga a pessoa a nada e não garante que ela aceite ajuda, mas dá a você um espaço para cuidar de si.
O atendimento individual é o acompanhamento de quem enfrenta a dependência. A orientação a familiares é voltada a quem convive com ela: o foco é o desgaste emocional, a compreensão do que acontece e os limites. São atendimentos diferentes, e um não substitui o outro.
Sim. O sigilo é um dever do psicólogo, previsto no Código de Ética Profissional. O que você conta nas sessões não é repassado a familiares, ao empregador ou a outras pessoas sem a sua autorização. As exceções são poucas e estão previstas no próprio Código e em lei, como situações de risco grave.
Não. Medicação e internação são decisões médicas. O acompanhamento psicológico pode caminhar junto com o cuidado médico e com a rede de saúde e, quando percebo que é preciso avaliação médica ou outro serviço da rede de saúde, oriento o encaminhamento. Em situação de risco, como intoxicação grave, abstinência intensa ou risco à vida, procure o SAMU (192), uma UPA ou o pronto-socorro.
Atendo presencialmente em Ouro Branco, MG, e também online. Valores, horários e duração das sessões são informados diretamente por mim, pelo WhatsApp.
Conte o que está acontecendo, do jeito que for possível. Eu leio e respondo para combinarmos a primeira conversa.
Atendo presencialmente em Ouro Branco, MG, e também online. WhatsApp: (31) 97365-2836.
Também publico conteúdos no Instagram, em @psi_gabrielvidal.